Tô me guardando pra quando o vestibular passar.
Ou melhor, para quando eu passar nele.
Tô me guardando pra quando o vestibular passar.
Ou melhor, para quando eu passar nele.
“Ruffles a batata da onda” é um slogan que deveria ter saído de circulação há cerca de 20 anos, quando a gíria foi usada pela última vez.
Já perceberam quão recorrente a frase “It will be our little secret” é no cinema americano? E o mais incrível é que ela normalmente é usada para segredos colossais: um golpe de Estado, um assassinato impune, um mistério nunca desvendado, um roubo, uma resposta capaz de realinhar os planetas de maneira a evitar a colisão do asteróide com a terra… Ó, vilões, que seria de suas vidas sem a promessa de nunca se espalhar o “pequeno” segredo!
8 de November Sobre a entrevista ao Roda Viva
1- O carisma do Lula deve-se, principalmente, à sua barriga (não devemos esquecer a barba, as covinhas, a orelhinha de duende e a falta de um dedo)
2- Acho que ele usa o terno um número menor, só para a barriga aparecer mais
3- Ele deveria mudar a tática política, ir no meio do congresso, abrir bem os braços, e dizer “me dêem um abraço!” (parem um momento e imaginem o Lula fazendo isso). Todos ficariam uuhhh, aahhh, que foofo! E esqueceriam a crise política.
7 de November Acabou ontem a Cow Parade

A Vaca Amarela do Bika, de Rui Amaral

Cowrisa, de Thais Machado

Conduzindo a boiada (minha preferidíssima - ela é linda, linda), de De Marchi

Comendo arte, de Rodolpho Tamanini

Vaca Chilli, de José Marcos Caporrino
Agora só preciso descobrir como faço para confeccionar uma vaca em fibra de vidro em tamanho real…
“Atenção:
Essa vida contém cenas explícitas de tédio
Nos intervalos da emoção!” (a exclamação fica por minha conta: Arnaldo Antunes/ Alice Ruiz/ João Bandeira)
Há sempre aqueles momentos em que somos tomados de súbito e sem explicação por um aperto no peito. Uma leve falta de ar, um não querer ver. O quê? Tudo, nada.
Uma vontade de sentir o vento no rosto, ouvir os barulhos ritmados do mundo. De rodar, rodar, até todas as imagens confundirem-se na tontura, tornando-se uma só. Clarão de imagens.
Sentimento de vazio e a vontade imensa de fazer tudo de uma vez só: arrumar o mundo. E a vontade de não fazer nada, de ignorar que se vive em um apartamento e cavar um buraco fundo por nele enfiar-se.
É aí que percebemos que estamos simplesmente com tédio. Comigo é assim.
1 de November Até 6/nov
Mudada a foto do blog (cara da “Conduzindo a boiada”) - uma foto de suas tetas (não se assustem, ela é uma vaca mesmo) virá no próximo post.

Nós Vacas Já Nascemos Pobres, cujo nome misteriosamente mudou para Au, Au, Au. Mu, Mu, Mu. Miau, Miau, Miau. Cocorocó, de Thiago Lyra.

Transporte coletivo, de Angeli.

Street dancer, de Eliane Góes

Vaca Classificada, de Lísias Paiva.

Pollyanna (uma de minhas preferidas), de Aline Abreu.