Ok, já devem ter percebido: tentei trocar a foto do blog e não consegui. Devo ter perdido a prática com códigos html…
Mas mudando de assunto (os posts depois de muito tempo em silêncio são cheios de assuntos desconexos) por que os carros de hoje em dia não têm mais apoiadores de braço no centro do banco traseiro? Eles são realmente muito úteis, não só para apoiar o braço mas também para separar brigas de crianças (até aqui é meu território!). O que os pais de atualmente fazem?
A minissérie Mad Maria acertou exatamente no ponto em que “Hoje é dia de Maria” errou: o sotaque. Embora na minissérie esteja repleta de estrangeiros de diferentes procedências, todos eles falam o bom e velho português, com exceção dos índios, que falam pausado e forte. Finalmente a Globo deixou de lado as pseudo-línguas que empregou nos italianos, espanhóis, paulistanos, caipiras, nordestinos, etc… em tantas outras ocasiões. Na novela “Começar de novo” (pois é, viajei para um lugar onde só pegava Globo, voltei noveleira), os russos também não apresentam sotaque ao falarem português, talvez seja uma evolução geral na emissora. Melhor dizendo, uma evolução global. Ah sim, mas voltando à Maria Louca, o triste é que para cada 5 minutos em que aparece a construção dos trilhos na minissérie, há 15 de romance, seja a estranha situação entre a Pricila Fantin e o Antonio Fagundes, ou a tragédia do piano com o amado de Ana Paula Arósio, cuja dor foi filmada em quadros lentos e dramáticos. Nem parece que a história é sobre a construção da ferrovia, sobre a morte dos que se aventuraram nela, sobre a politicagem envolvida na construção… o jeito é continuar aguentando as longas partes de romance improvável para conhecer alguma coisa da história da ferrovia.
