Toda semana deveria ter um feriado na quarta. Porém, dessa maneira se perderia um dia de trabalho, que seria compensado no final do ano, deixando pouquíssimas pessoas satisfeitas, portanto proponho uma troca: ao invés de sábado e domingo, deveria existir sábado e quarta-feira. Tá certo que domingo é dia sagrado, religioso, o único para se descansar decentemente, mas é só uma questão de nome- a mim me agrada sinceramente muito mais o nome “sábado” do que o nome “domingo”, talvez pelo número de “ás”, som aberto que torna “sábado” muito mais alegre…domingo é fechado, tem mais “ôs”, passa idéia de depressão. Bom, os motivos são o de menos, os nomes idem, o fato é que na minha opinião toda semana deveria ter dois dias de trabalho e um de descanso (necessariamente nessa ordem), afinal cinco dias direto trabalhando é demais!

Ah sim, agora assuntos atuais: ontem fui na gravação do programa “Guerrilha”, da TV Cultura (EU AMO TV CULTURA!), que passa todo domingo às 15h, logo depois de “Galera”. Em cada edição do programa, um convidado discute um tema proposto, o que é intercalado com matérias e entrevistas feitas fora do estúdio e com uma atração musical (que também muda a cada semana). Essa semana (domingo), a discussão será sobre livros de auto-ajuda, com a participação de um jornalista (aliás, muito engraçado) e da banda Alta Fidelidade (muito boa a banda também). O divertido é que qualquer um da platéia pode levantar a mão a qualquer hora e fazer comentários ou perguntas, e a platéia, apesar de ser pequena, não fica cheia. Eu não fiz nenhum comentário, mas teve alguns muito engraçados, confiram o programa, e para quem quiser participar das gravações, é toda terça-feira no Itaú Cultural (av. Paulista), às 19h30 (é aconselhavel chegar um pouco antes- na verdade a entrega de ingressos começa às 18h e eles falam que é às 18h30).

Opa, estaria a Laura cansada a ponto de simplesmente passar horários, datas e descrições padrão em seu blog, sem transmitir suas impressões? É…acho que sim, então até mais, queridos leitores, voltarei outro dia com minhas impressões, sensações e reflexões (espero o comentário de vocês).

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GALERA!

Hoje volta a passar “Galera” na TV Cultura, aquele programa que passava nas férias, estilo “Malhação” mas com alguma preocupação social e sem toda a parte idiota.

Às 14:30, logo depois de “Confissões de Adolescente” (que passa às 14:00, todo domingo).

Só passei para dar esse aviso…já leram o post sobre “Elefante”? Logo aí embaixo…

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Habemus Post!

Quarta-feira, maravilhoso feriado de meio de semana, assisti ao filme “Elefante” (”Elephant”), uma recriação de uma situação parecida com o atentado que houve em Colubine, onde dois alunos muniram-se e saíram atirando nos alunos e professores de sua escola (pra quem não conhece o assunto e para quem conhece, recomendo “Tiros em Columbine” - “Bowling for Columbine”, documentário já anteriormente comentado no blog, que, para discutir o problema de mortes por armas de fogo nos EUA, toma como ponto central o atentado em Columbine).

A fotografia de “Elefante” é linda e a organização do roteiro genial: cada cena é mostrada várias vezes, vista cada vez pelo ângulo de uma pessoa, porém, a história se torna um tanto quanto repetitiva e o filme longo, quadro que não é melhorado pelos atores, jovens não profissionais que, com sua não-interpretação, dão ao filme um tom falso. Para contribuir com as negações, o filme tem um não-final, além de não-cenas, como quando um aluno leva um tiro pela frente e ao cair morto, ainda por cima amortecendo a queda, continua respirando e não tem nem ao menos uma única marca de tiro.

Quanto ao título, tinham levantado como hipótese o fato de um elefante nunca esquecer, porém, fiz uma pesquisa no Google e achei um site muito interessante que explica o porquê do que seria, ao primeiro olhar, um não-título:

“Em primeiro lugar, é preciso esclarecer o título do filme. Uma inspiração crucial para Gus Van Sant foi o documentário homônimo feito por Alan Clarke em 1989, que se passa em período e local (Irlanda do Norte) diferentes, mas que também trata da violência entre os jovens através de uma narrativa picotada. Apesar de Clarke ter assim nomeado seu filme por julgar o problema abordado “tão facilmente ignorável quanto um elefante na sala de estar”, Van Sant inicialmente achou que o título se referia a uma antiga parábola budista sobre um grupo de cegos examinando diferentes partes de um elefante. Nessa parábola, cada cego afirma convictamente que compreende a natureza do animal com base tão-somente na parte que lhe chega ao tato. Ninguém vê ou sente o objeto na sua totalidade, mas todos arriscam um palpite totalizante – e, naturalmente, equivocado. Mesmo após ter descoberto o verdadeiro motivo pelo qual o documentário de Alan Clarke se chama Elephant, Van Sant afirma que o seu filme, rodado numa high-school situada em Portland, tem mais a ver com a parábola dos cegos.”

http://www.contracampo.he.com.br/53/elefante.htm

O título do filme pelo menos é plausível e, agora que eu descobri o significado, também genial…talvez porque tenha relação direta com o roteiro organizado de forma genial.

Pelo geral do filme, não recomendo.

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Blogs na TV USP

Pois é pois é, queridos leitores, estou de volta com um aviso SHUMC (super hiper ultra mega colossal): a matéria com a entrevista que eu dei para a TV USP sobre blogs vai ao ar amanhã (23/04) às 20:30 (ou 8:30 da noite, como queiram), no canal 71 da TVA ou 7 da NET.

Hm, agora a crítica prometida de “Indiana Jones” 1 e 3. Na verdade eu mal assisti aos filmes, pois ora olhava pela janela, ora fazia comentários críticos, mas o fato é que alguns comentários me sinto no direito de fazer. Primeiro é que, apesar de terem sido lançados com uma diferença imensa de tempo e um filme entre eles (ou até por isso mesmo), o primeiro e terceiro filme tem uma cena exatamente igual: Indy está dando aula, mostram as alunas na sala, mostram o diretor (ou quem quer que seja aquele homem) vindo de fora, olhando pelo vidro da porta, o professor ainda avisa os alunos em que sala estará ou quando estará em sua sala (há uma pequena variação de fala de um filme para outro) e finalmente ocorre o diálogo onde o diretor pergunta ao aventureiro sobre o objeto a ser resgatado.

Outra coisa que eu pude reparar comparando os dois filmes (além da melhora da qualidade de fotografia do primeiro para o terceiro) foi a adaptação da mocinha aos padrões de beleza: no primeiro filme, que data do começo dos anos 80, a bondosa mocinha é morena e seu corpo não tem nenhuma intervenção humana aparente, já no terceiro, a mocinha é loira tingida e extremamente magra- padrão de beleza adotado no começo dos anos 90, época em que o filme foi lançado. Imaginem só o tanto de silicone que não terá a mocinha no Indiana Jones 4?

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BUCOLISMOOO!!!

Dia 16 viajei para o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira)…aquele parque de cavernas que fica no sul do Estado de São Paulo. Foi, desculpem-me os amazoninos, a melhor viagem da minha vida!

A viagem começou depois de uma frustrante prova de física, às 10:30 da manhã de uma sexta-feira, todos os aluninhos na van e horas de estrada. Mal chegamos na pousada e já saímos para a primeira trilha, rumo à primeira caverna: Laje Branca. Foi muitíssimo divertido, apagamos todas as lanternas e corremos de mãos dadas no escuro da caverna, depois deitamos no chão e ficamos ouvindo os barulhos…

Voltamos muito tarde para a pousada, a trilha era tão comprida e cheia de subidas que eu achei que fosse desmaiar…tive até que parar pra descansar…

continuando, pra não ficar chato muito rápido.

No segundo dia fomos na caverna Santana e depois na Couto e Morro Preto, se não troco os nomes. Passamos por um caminho chamado “aborto”, que é considerado nível 3 de dificuldade e se vocês procurarem no Google vão achar sites falando que é muitississíssimo difícil, mas como éramos um grupo de 6 com 4 pessoas fazendo a segurança, deu para passar. Era um lugar desses que você olha e fala “droga, não tem saída!”, aí é a parte desesperadora onde alguém fala “é por ali” e te mostra um buraco pequeno ou um espaço ao lado de um abismo. O nome aborto é porque é a passagem de uma caverna para outra através de um buraco numa parede, onde eu tive que realmente mergulhar no seco, sendo ajudada pelo Décio, o parteiro. Enfim, nascemos de novo! Depois disso ainda nadamos no rio Betari e voltamos para a pousada.

Grupinho massa que foi na viagem fazendo pose

Quanto à pousada, ela ficava em um lugar lindo, cheio de montanhas em volta e nuvens baixinhas na frente delas de manhã:

Vista da frente do quarto onde eu dormia, de manhã

E além disso lá tinha um cavalo com escoliose que estava sempre pastando (não, ele não tinha realmente escoliose, a gente só brincava assim):

“Cavalo com escoliose”

Nas cavernas havia formações de espeleotemas lindas. É, vocês adivinharam, eu só queria usar o nome “espeleotemas” pra mostrar que eu sei…são as estalactites, estalagmites (é estalagmites ou estalagmides?) e outras coisas mais…

Coluna na caverna

A parte preta da coluna é carbonato de cálcio (e não sódio!), e ela deve ter uns 5 milhões de anos! (isso é outra brincadeirinha da viagem, não, na verdade a coluna não tem 5 milhões de anos).

Bom, já que comentei, deixa eu explicar, é que toda vez que perguntavam uma data a Laura aqui respondia “cinco milhões de anos!” e logo virou resposta pra tudo, sempre.


Parede em uma caverna

Outra parede em outra caverna

Essa pedra chama “pata de elefante”, vocês devem imaginar a razão.

Acho que o post já está muito grande, não é mesmo?!?

Então deixem-me terminar: no último dia fomos na caverna Água Suja, que é, como o próprio nome indica, cheia de água. Passamos por uns lugares assustadores e por causa disso divertidos à beça, brincamos com lama no salão do lodo, e por fim tomamos banho em uma cachoeira que fica dentro da cavena.

Voltamos para São Paulo assistindo Indiana Jones 3 e como na ida fomos assistindo o 1 pude reparar…opa, crítica dos filmes fica pra um outro dia, em um outro post. Então até mais, esperem por mais fotos! =)

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Olá olá, queridos leitores, como estão?

Gostei dos comentários. Adoro comentários. Há tempos não os respondo…mas não é porque deixei de lê-los, ok?!? Só para avisar: respondi os comentários do segundo post, contando a partir do de baixo desse (nossa, quantos “comentários” em um parágrafo só).

Já que o Min comentou, vou narrar aqui meu maravilhoso dia de segunda-feira (maravilhoso exceto pelas provas de história…).

Fui com a Luciana lá na ECA dar uma entrevista para a TV USP sobre blogs (tudo arranjado pelo Paulo), que foi maior divertida- na verdade fui defender a idéia de que blogs de adolescentes podem sim ter conteúdo.

Não, ainda não cheguei nem perto da melhor parte.

Como para mim a USP é absurdamente longe de qualquer lugar, a Luciana bondosamente me ofereceu uma carona até a casa dela. Não, ainda não cheguei na melhor parte. Estávamos no carro, quando ela me diz: “eu tenho que ir lá na Abril, você quer ir comigo pra conhecer?”.

Imaginem se não!

Ela preveniu “é como um escritório normal, não tem nada de mais, só pessoas em computadores”. Realmente é assim, mas eu fiquei maravilhada. Jornalistas, montes deles, juntos!

E as paredes são todas janelas, então lá de cima (17.o andar- onde fomos) vê-se a cidade inteira.

Fomos no andar das revistas “Casa Cor”, “Bons fluidos”, “Saúde”. Muitíssimo divertido! Fui apresentada para algumas pessoas (”Essa é a Laura, uma amiga minha, ela quer fazer jornalismo então eu trouxe ela para conhecer”), que fizeram caras que não me encorajaram nem um pouco quando souberam que eu queria ser jornalista, mas enfim…é a vida.

Ah, agora um assunto bloguístico: vocês viram o slogan novo da Kuat? “Kuat, naturalmente”.

Isso, isso mesmo, plágio total do “Antarctica, a pedida natural”, e feita meses depois de esse slogan ser veiculado. O que leva alguém a abandonar um slogan até que divertido, que já estava na cabeça dos consumidores (”Abra a Kbeça, guaraná é Kuat”) por um plagiado da concorrente?

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É, eu sei, eu sei, promessa de ser diariamente… mas feriado só quem não descansa é o coelho! E olha que ele é bem malvado, viu, tanta criança com estômago pequenininho ganhando ovos e mais ovos e eu, grandona assim, só com um! Não irei citar o fato de várias crianças não ganharem nenhum ovo porque se não vou entrar em uma assunto sério, ficar horas comentando e não chegar a conclusão alguma- não é o objetivo do blog.

Já que eu não sou batizada (e muito menos religiosa), para mim Páscoa é meramente um feriado de engorda. O feriado maravilhoso do chocolate!

Por falar em maravilhoso (pois é, às vezes até eu mesma me surpreendo com as conexões que faço), pensei em duas coisas “maravilhindas”! A primeira é que a função da Gramática é dar nome às coisas que fazemos intuitivamente em redação. Sem a gramática seria impossível mandar alguém escrever um texto com um tempo verbal específico ou um tipo certo de discurso, porém, se fazemos intuitivamente, qual é o grande propósito de passar anos e anos decorando nomes?

A segunda coisa é que a Geografia estuda hoje o que será considerado matéria de História daqui a 50 anos. Lógico que eu não estou falando de geografia física, que é sempre de geografia, mas já pararam para pensar em geografia política? Se pensarmos nos assuntos discutidos perceberemos que o que é atual agora, que faz parte da Geografia, em pouco tempo será característica de alguma coisa ou algum movimento, em História.

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Quarta-feira assisti à comédia romântica “Alguém tem que ceder” (”Something’s gotta give”).

- Nota da Laura: nunca foi tão difícil para mim escrever a crítica de um filme, sabe-se lá por que, mas calma, vou pensar mais um pouquinho. Se o post terminar aqui é porque eu realmente não consegui escrever nada-

A história foge dos clichês românticos, porém sem deixar de arrancar suspiros (ou risadas). O único problema é que, em um determinado ponto, o filme começa a se tornar muitíssimo longo. E a partir daí só se torna mais longo ainda…e quando finalmente chega o final, a mágica já se perdeu e o tão esperado (e é esperado mesmo) desfecho decepciona. Pelo menos foi assim para mim. Mas no geral achei o filme muito bom, vale a pena conferir. E é com o Keanu Reeves…então tão terrível assim não pode ser, não é mesmo? Entre os atores estão também Jack Nicholson e Diane Keaton (aliás, os principais) que tornam a história ainda melhor.

-Outra nota da Laura: esse post começou a ser escrito no dia quinta-feira, já que a intenção era voltar a ser diariamente. Não foi possível (o por que está especificado na primeira nota da Laura)-

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Voltando a ser Diaria-mente

Eu considero os suicidas pessoas fascinantes, porque ao mesmo tempo são os mais covardes e os mais corajosos. Mas isso, é claro, só vale para os suicidas que chegam a se matar, porque aqueles que por algum motivo continuam vivos, demonstram ser os mais covardes: temem a vida, e a morte.

Enfim, por favor, ninguém se mate para se mostrar fascinante! Seja fascinante vivo, vale muito mais…

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“E eu odeio química, química, química…” *’

Fiz uma pausa no meu estudo de química para escrever aqui. Claro que para mim isso é praticamente o fim do mundo, imaginem só, eu, Laura, fazendo uma pausa no estudo de química! Quase uma tortura…

Mas já que é pelo blog, a pausa é válida (afinal até o trocadilho fraco é).*

Teve uma batida agora há pouco exatamente na frente do meu prédio. POW POW STSSSSS BÉÉÉ… Isso foi a reprodução onomatopéica da batida.

Fui até a janela olhar (e fotografar, mas não saiu nada, porque está muito escuro e eu estou muito longe da batida) e foi quando eu percebi que eu tenho a vista mais bonita de São Paulo de São Paulo. Não, não não não, eu não estou ficando louca e escrevendo as coisas repetidas vezes. Quer dizer, eu estou, mas é de propósito. O fato é que eu realmente tenho a vista da cidade de São Paulo mais bonita de toda a cidade de São Paulo, logo, a vista mais bonita de São Paulo de São Paulo. É mais fácil falar só “de São Paulo” e deixar aberto a ambigüidades…que era aliás o que eu queria no começo.

Continuando minha narrativa da vista…

Foi quando eu percebi que eu tenho a vista mais linda de São Paulo: as casas em construções desordenadas, os prédios ao fundo, um relógio luminoso lá longe…e uma infinidade de pontinhos de luz, que a mim parecem mais infinitos ainda. Certo que isso é porque meu grau dos óculos está fraco…mas isso é apenas um detalhe. Me deu uma vontade de escrever um poema urbano e moderno sobre os “pontinhos de luz” (entre aspas para parecer que é uma denominação séria de algo)…mas sabe o quê? Eu não sei fazer poemas…

Então deixo só a descrição no blog…da minha mais maravilhosa vista de São Paulo.

Bom, já que eu estou aqui, por que perder a viagem? Eu descobri que química não é uma matéria tão absurdamente ridícula quanto eu pensava. Só está um nível acima da minha capacidade de compreensão, mas fora isso, até que é divertido…nãaao…divertido não, mas não é tão horrível quanto eu julgava que fosse.

* Já perceberam pelo título que o tom (da parte “asteristicada”) foi irônico, né?

Vou voltar ao estudo…

*’ Trecho da música “Química” da banda Legião Urbana.

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