Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004
Sim, faz tempo que não posto. É que um dia estava com sono, outro com dor no dedo (é uma dor sem explicação alguma, não se aflijam)…
Ainda não decidi quando vou colocar as fotos da 23 de maio aqui…é que eu estou morreeeeeendo de preguiça de arrumar as fotos.
Ok, deixa eu começar de verdade o post agora.
Outro dia estava assistindo Sony quando começou a passar um clipe bem divertido de uma música bem divertida de um cantor…desconhecido. Um tal de Lucas Santtana (nunca vi mais gordo, ou melhor, nunca ouvi mais gordo). Gostei tanto da música que fui procurar informações sobre ele na internet…e o que uma pesquisa do Google não revela? Ele é sobrinho do Tom Zé.
Pois é, a música boa é de família!
Ontem, conversávamos eu e a Tatu:
[Laura] Nossa, que gelatina bonita!
[Tati] É, de morango!
[Laura] Igual à do Mickey!!!
Me referia ao jogo Castle os Illusion (”starring Mickey Mouse”), que eu jogo no mega drive (na verdade é um Sega Genesis, mas o cartucho é igual), onde o Mickey, em uma das fases, deve passar por uma “piscina” de gelatina vermelha.
[Laura] Tati, faz assim, até o final da minha vida eu vou ter que passar por uma piscina de gelatina!
[Tati] Mas aí ia ser mole, que nem água…
[Laura] Hm…então tem que ser em um ambiente frio -dizia isso enquanto imaginava uma piscina dentro de uma mega geladeira, que nem ambiente gelado para pinguins em zoológico- lembra da piscina de fanta, também?
[Tati] E a cachoeira de Toddynho?!?
…
Estávamos empolgadíssimas, e de repente eu percebi como as campanhas publicitárias nos enganam facilmente, não é mesmo? Uma piscina de fanta? Quem iria acreditar nisso? Pfff…esses publicitários sem noção. E até hoje eu penso na piscina sem noção de fanta…querendo ter uma pra mim. E quantas crianças não sonham em passear pelo rio de Toddynho, ver a cachoeira, poder fazer exatamente igual ao menininho do barco, colocar o dedo no Toddy e lambe-lo.
Por falar em campanhas publicitárias, chegou a hora de criticar. Nunca vi pior slogan que do iogurte Activia, da Danone: “elimina por dentro, reflete por fora”. Fiquei até com nojo de comer o tal iogurte (acho que é com fibras).
Uma que eu gosto é a do 21, que tem o jingle da balinha “fala fala fala custa pouco que nem bala…” “faz um 21, faz um 21″. É um ótimo jingle. Eu assisto uma vez e fico com a música na minha cabeça pro resto do dia. E ainda assim adoro ela.
A campanha do Guaraná Antarctica tinha tudo para dar certo. A primeira propaganda eu amei, da moça totalmente indecisa, que na hora de pedir não vacilou “Guaraná Antartica por favor!”. A segunda até foi. “A frase eeentra na cabeça!”, eu nem tinha gostado tanto, mas todo mundo comentou bem dela. A terceira, que começou a ser veiculada a pouco tempo, é totalmente ridícula: o cara da segunda propaganda fala “Eu não bebo Guaraná Antactica por causa da pergunta, eu bebo porque é gostoso. Quer ver, hoje eu não vou beber nada.”. O garçom chega, olha pra ele e faz a (já) tão temida pergunta: “Vai beber o quê?” (e ao fundo a musiquinha “Guaraná Guaraná, antarctica”). O cara desvia da pergunta e corre. É uma perseguição, ele tentando fugir da pergunta…até que ela o alcança e entra em sua cabeça. Nessa hora o cara fala “Guaraná Antactica”.
Poxa! Antes era tão legal, bebe-se guaraná por ser um bom refrigerante. Não tem nem dúvida quando perguntam o que você vai beber. Agora essa propaganda fez parecer que você é obrigado a beber. O cara da propaganda não bebe Guaraná pq é gostoso, ou pq ele quer, e sim pq, quando a pergunta entra na cabeça dele, ele não tem escolha. Parece que você é obrigado a beber Guaraná. Achei muito negativa essa propaganda, achei mesmo…
Mas o slogan da Guaraná é um dos melhores que eu já vi “a pedida natural”.
É isso.
bjos
Laurie!
Postado por Laurie, em 18:29