Ah! Que triste, mudei para a Globo a tempo de ver o final da última cena do capítulo de hoje de Anjo Mau! Eu nunca consigo pegar essa novela…assisti a uns três capítulos inteiros dela até agora. Mesmo assim, ainda a considero a melhor novela de todos os tempos…bom, pelo menos descobri que tem um site www.globo.com/anjomau, bem legalzinho aliás…li o que aconteceu no capítulo de hoje: só preciso lembrar quem é Fred.

Dia 27, pela primeira vez na história (de minha vida), assisti a dois filmes no cinema: “Senhor dos anéis”, como descrito no último post, e “Simplesmente amor”.

“I FEEL IT IN MY FINGERS (…)”

“Simplesmente amor” é uma comédia romântica muito bem pensada, já que há relação entre a maioria das histórias apresentadas (ao todo 11, se não me engano). Pessoas, por favor, nunca acreditem nas críticas da Vejinha. Eles dizem que há excesso de atores e desenrolar de novela das 8. Deve ser tudo matéria paga, só pode ser! “Senhor dos anéis” recebeu 3 estrelinhas! Menos que “O filho da noiva”! Se ao menos apresentassem argumentos plausíveis, eu poderia entender que alguém com opiniões diferentes das minhas escreveu a crítica, mas não, não há coerência alguma quanto aos comentários apresentados.

Bom, mas deixa eu me concentrar na minha crítica. Vejamos, normalmente essas comedinhas românticas são previsíveis, pouco engraçadas e quando apresentam mais de uma história são no máximo quatro, e elas (como a Tati me disse) ficam perdidas (não tem uma ligação forte umas com as outras). Pois “Simplesmente amor” tem tudo que falta nos romances que passam por aí. Poucas piadas, devo admitir, mas as poucas que tem são realmente engraçadas, e o fato de o roteirista juntar 11 histórias de amor na trama fez com que ela ficasse muito mais interessante, sendo que em momento algum as informações ficaram muito perdidas.

Ah sim, a participação do Rodrigo Santoro é pequena, mas ele está entre os principais…não chega a ser um papel muuuuuito ruim. Estava pensando, em “As panteras” (que só para deixar bem claro eu não assisti) ele não tem falas, não é mesmo?!? Isso sim é um absurdo total, porque o Rodrigo Santoro não é só um modelinho idiota que se mete a interpretar, ele é um ator muito bom, é só assistir a qualquer filme brasileiro que ele tenha feito para perceber isso (se puderem, assistam a “Bicho de sete cabeças”!- recomendadíssimo) e os produtores do filme não teriam problema algum para contratar um modelinho idiota. Vale a humilhação só para participar de um filme extrangeiro?

No domingo, para não passar por nenhuma crise de abstinência, acordei e fui assistir “Albergue Espanhol”. É uma coprodução França Espanha, sobre um jovem francês que dentro de um ano conseguiria um emprego caso soubesse falar espanhol fluentemente. Diante dessa oportunidade, ele deixa a namorada (Audrey Tautou, a mesma atriz que interpreta Amélie Poulain) e a mãe (uma hippie naturalista) em Paris, e vai passar um ano em Barcelona. A filmagem é muito bem feita e o filme bem divertido, apesar de meio parado em certas partes. A sinopse apresentada na Vejinha diz “Da paixão reprimida pela colega lésbica (Cécile De France) ao assédio a uma conterrânea casada (Judith Godrèche) (…)”. Poxa, quando li achei que ele tinha problemas quanto ao amor…que tinha realmente assediado a “conterrânia casada”, morria de amores pela colega lésbica…ihhh, não é bem assim não.

Há tempos disse que assitira à peça “3 versões da vida” e comentei que o melhor ator tinha um nome cheio de letras e tudo mais…achei o folhetinho! O nome dele é Mario Schoemberger, o mesmo que fez o chefe da Carol (Andrea Beltrão), na minissérie (ou seja lá o que for aquilo) “Carol e Bernardo”, que começou na Globo. Os outros atores da peça eram Denise Fraga (como já havia dito antes), Marco Ricca e Ilana Kaplan.

Por enquanto é só.

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Sábado, Dezembro 27, 2003

Passou o Natal, data maravilhosa, quando as pessoas, demonstrando grande generosidade, presenteiam seus amigos e familiares, apenas por vontade, nunca por obrigação…

Estava no metrô, era dia 24 de dezembro (a véspera), quando ouço um homem conversando irritadíssimo pelo celular:

[Homem no metrô]Tá bom, então eu tô indo no shopping agora, compro qualquer coisa e se ela não gostar ela troca, tá? Tchau.

Bem assim…na hora meu coraçãozinho se encheu de amor, e foi quando eu percebi do que se trata realmente o Natal…aiai…

Ok, prometi a história e a reflexão:

Por que as pessoas processam umas às outras? Alguém me causou um dano moral, realmente, tirar dinheiro dessa pessoa vai compensar tudo o que eu passei. É simplesmente idiota, será que as pessoas não percebem? =/

A história….bom, a história….foi assim, estavamos eu e a Tatu, quando por algum motivo no momento desconhecido eu disse:

[Laura] “Yes! Nós temos frango”… Lembra dessa propaganda?

[Tati] Não…lembro daquela “Yes! Nós temos batata”.

[Laura] Não Tati, essa era “Nós temos batata. Ba-ta-ta-ta ba-ta-ta-ta-ta-a. Queremos batata…”

[Tati] Ah é…

Então, como garotas animadas que somos, começamos a cantar a música. Enquanto cantávamos, entrou o zelador no elevador. Rindo. Rindo de nós!

É incrível como as pessoas se divertem com pouco, não é mesmo?

Ontem comecei a ler “O Romance de Tristão e Isolda”. Deveria ter lido para o colégio, até tentei, de verdade, mas sempre que começava a ler adormecia. Estava ainda me acostumando com o horrível horário do colegial. Todos me dizem que esse livro é tão legal, que a história é tão bonita…resolvi ler com meus próprios olhos e percebi uma coisa: odeio as introduções de livros (ainda mais essa, páginas e mais páginas explicando como a história foi feita). Costumo simplesmente pulá-las. Às vezes me esforço mais, leio uma, duas páginas…e passo direto para a história, é inevitável. Mas vocês tem que concordar, as introduções, quando não são feitas pelo próprio autor da história e não modificam em nada o resto do livro são chatérrimas!

Afinal, que tipo de pessoa fala “chatérrimas”? tsc, tsc, tsc…

Hoje assisti “Senhor dos anéis: o retorno do rei”. Merece o Oscar de melhor filme. Aliás, merece o Oscar de melhor tudo…essa trilogia é perfeita! Tirando a trilha sonora do primeiro filme, o fato de Frodo não ter ficado com nenhuma marquinha no rosto (ainda que mínima) e o fato de não terem explicado o que acontece com o mago que ficou na torre (o que provavelmente deve ter ficado na versão estendida). Porém, tirando esses detalhes quase insignificantes, o filme é perfeito.

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Terça-feira, Dezembro 23, 2003

ASSUNTOS ANTIGOS NARRADOS POR UMA DESMEMORIADA

Outro dia…quando fui ao parque do Ibirapuera (no dia em que narrei como me machuquei em um brinquedo perigosíssimo para minha falta de coordenação), vi uma cena incrível: um helicóptero, com uma corda pendurada e umas quatro pessoas penduradas na corda (bem S.W.A.T. mesmo!).

Nossa, eu tenho realmente mil assuntos passados, nem sei como me organizar.

Já ouviram a música “Enquanto houver sol”, novo hit dos Titãs? Minha irmã estava comentando que a música deveria se chamar pleonasmo, por causa de trechos como “é caminhando que se faz um caminho”, mas por outro ponto de vista, levando em conta trechos como “Quando não houver saída/ ainda há de haver saída” e “a sós ninguém está sozinho”, a música deveria definitivamente se chamar incoerência. Outra coisa que reparei nessa música foi o solinho de teclado. Sérgio Britto ataca novamente. Teclado não é exatamente um instrumento bonito para se fazer um solo…mas como a música é de autoria dele e é esse o instrumento que ele toca, dá-lhe solinho ridículo de teclado no começo da música (igualzinho à música “Epitáfio”). É absurdo pensar que a mesma banda que gravou “Bichos escrotos” esteja agora fazendo músicas…assim, como “Enquanto houver sol”.

No dia em que assisti “Irmão Urso”, de manhã, estava andando rumo ao metrô Vergueiro (pela frente do Centro Cultural), quando vejo quatro carros da polícia fazendo uma conversão proibida, em alta velocidade. Logo depois mais dois carros fizeram o mesmo. Morri de medo, como vocês podem imaginar. Achei que iria presenciar a maior perseguição da história, seguida de tiroteio, morte, pessoas correndo desesperadas.

Continuei andando, um pouco aflita…quando passam (já na outra direção), os seis carros de polícia enfileirados atrás de um guincho, caminhão ou sei lá o que de seguro com um carro de polícia quebrado na caçamba. Absurdo, concordam? Pois é.

Há dois programas na TV Cultura que eu assisti ultimamente e achei muito bons. O primeiro é “Contos da meia noite”, que passa, como o próprio nome evidencia, à meia noite. Cada dia é contada uma história diferente, por um ator diferente (até agora só vi com o Matheus Nachtergaele_tá bom, nem é assim que se escreve, mas eu me esforcei_ e com a Marília Pêra, não sei se mais alguém faz). O outro é o “Galera”, que é mais ou menos uma “Malhação” melhorada, com as liçõezinhas de moral menos evidentes e com um jeito de filmagem muito melhor. Estava assistindo hoje e uma cena passou três vezes seguidas, cada vez pelo ponto de vista de uma pessoa…e quase não deu para perceber que estava repetindo…muito bem feito. Em algumas horas fica meio bobo, mas no geral é muito bom.

(Ufa, os assuntos estão se esgotando)

Outra coisa incrível que eu reparei esses dias foi que apesar de vários artistas famosos terem mudado para o shopping Anália Franco (segundo todos os outdoors e propagandas), eu nunca vi ninguém famoso por lá…estranho, muito estranho…

Falta ainda uma história (a das batatas) e uma reflexão, mas provavelmente eu vou esquecer de comentá-las aqui. Anotem isso, leitores, para me cobrar depois!

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Ok Aninha, seu pedido é uma ordem. Mas não estou colocando a foto aqui apenas por ser uma ordem. Ou pedido…o que seja:

[na versão original do blog, aqui havia uma foto]

Aninha, Pablo e euzinha, cabelo com franjas

Dia em que eu assisti “Irmão Urso” (e as músicas são horríveis sim!)

Ah é, essa foto tem uma história. Estávamos, eu Ana e Pablo, no shopping Center Norte, tentando achar alguém que fosse perfeito para tirar a nossa foto. Confiávamos em nosso olhar atento para encontrar pessoas que provavelmente não iriam sair correndo, nos deixando sem máquina, sem foto e possivelmente sem fôlego (visto que iríamos correr atrás dessa pessoa). Depois de muito tempo de procura decidimos acabar com a frescura e pedir para um moço (aquele moço sentado lá!…). Simpático o moço…tirou a foto, falou de nada…

[Pablo e Ana] E aí, como saiu a foto?

[Laura] — Não saiu!…

[Laura] Moço, desculpa, é que a foto não saiu, você poderia tirar de novo?

Dessa vez liguei o flash, porque se a foto não saísse, eu perceberia.

E não saiu.

[Laura] Deixa mais tempo apertado…

E finalmente conseguimos esta bela foto.

—FIM—

Domingo eu assisti à peça “3 versões da vida”, com a Denise Fraga… todos os atores (ao todo 4_ não estou achando o folhetinho, portanto não sei todos os nomes) são muito bons, e todos atuaram maravilhosamente na peça…porém, a história é meio chata: são três versões de um mesmo “fragmento de vida”, se assim pode-se dizer.

Um homem, sua esposa, seu chefe e sua respectiva esposa. Em cada versão da vida os personagens se comportam de forma diferente. O problema é que essas versões variam pouco…

Quando acabou a primeira versão me deu um desaaaanimo…ainda tinha duas!

Passou a segunda, um pouco parada…tudo acontece no mesmo cenário com as mesmas roupas e os mesmos elementos…

A terceira talvez tenha sido a melhor. Ainda assim, não tão diferente das outras duas.

E por aí vai…

Na verdade não: e por aí acaba a peça.

O ator que eu mais gostei foi o que fez o chefe Humberto. Como nada é perfeito na vida ele tem um sobrenome imenso e cheio de letras e por isso eu não me lembro. Quando achar o folhetinho posto aqui.

Hm, venho com uma reflexão muitas vezes postada nesse blog, mas que deve continuar sendo transmitida para todos: bolsos não são um detalhe bonito em uma roupa, eles são úteis, portanto não há razão alguma para colocar bolsos falsos em uma roupa. Repito: eles são ú-teis, nada mais. Se é para colocar bolsos, que ao menos sejam verdadeiros.

Sem mais assuntos.

Laura.

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Quarta-feira:

[Laura] Moço, quando é que passa aquela coleta de lixo especial?

[Porteiro] Coleta especial?

[Laura] É…de lixo reciclável!

Nessa hora, vi no mural da portaria um panfleto que dizia que o lixo era coletado todas as quartas feiras à noite.

[Laura] Olha…é quarta-feira à noite, não é isso?

[Porteiro] Espera aí que eu já descubro pra você.

Através de seu radinho super moderno (não foi irônico…o radinho realmente me surpreendeu), ele pediu informação a alguém:

[Porteiro] Ô Fulano! Quando é que passa essa coleta de lixo especial? De recicragem, que até tem papel aqui no mural!

Ele baixou o radinho e me disse:

[Porteiro] Essa coleta passou uma vez no mês passado e nunca mais passou. Passou uma vez só…

Vê se pode! E minha mãe guardando um sacão de coisas recicláveis aqui. Cadê o incentivo para sermos ecologicamente corretos?

Quinta-feira assisti ao filme “Irmão Urso”. É mais triste do que bonito, a história é divertida, as músicas são de tapar o ouvido para não sofrer (e olha que é da Disney!!!) e, para quem quiser reparar, todas as montanhas que aparecem no filme tem várias caras de urso formadas pelas pedras.

Sexta-feira eu fui em um show do Tom Zé lá na Fnac Paulista, que foi muito mas muito bom mesmo. E olha que eu não tinha gostado do outro show dele que eu tinha ido (lá na praça da República). Na hora em que estávamos saindo do show, eu olhava para trás procurando o Tom Zé (que já não estava mais no palco), quando alguém passou a mão nos cabelos de minha irmã. Imagino eu que ela tenha virado pensando “quem é o idiota!”. Pois é, era o Tom Zé. Ah, como eu odeio as frases que rimam…de qualquer forma, ela ficou pasma, sem reação. Eu dei um beijo nele, falei parabéns pelo show, que tinha sido muito bom. Ele é simpático à beça…já sabia disso desde o outro show, no qual ele pediu para tirar uma foto comigo…bom, essa é história velha do blog…

Sexta-feira à noite eu fui em um bar, restaurante, ou não-sei-o-que com a minha mãe, meu pai e um grupinho de pessoas que fala “bárbaro” e acha isso a coisa mais normal do mundo. Na mesa ao lado da nossa, sentou o Rubens Evald Filho…

Sábado, ou seja, hoje, fui assistir ao musical “A Bela e a Fera”. Os cenários são perfeitos, as mudanças de cenário mais perfeitas ainda. Gostei de tudo! Só esperava mais da cena em que a Bela vai à cozinha comer, que pelos aplausos foi a que todos mais gostaram…a cena da transformação da fera também está maravilhosa, igualzinho ao filme! A Bela (Kiara Sasso) tinha muita voz de Bela. Através de um livrinho sobre o musical descobri que é ela quem dubla (não, não a Bela) a Ariel, no filme A Pequena Sereia e a Cinderela (no filme Cinderela II)…realmente, ela tem muita voz de desenho animado…ficou ótimo. O ator que eu mais gostei foi o que fez o Lumiere (Marcos Tumura)…mas todos eram muito bons…e a que quando cantava tinha a voz mais bonita era a Bule (Ana Taglianetti).

As fantasias também eram muito boas…mas o cenário era o melhor da peça. Ainda bem que tinha intervalo…porque eu já estava começando a ficar muito cansada, e um menino irritante da fileira de trás começou a falar para a mãe que queria ir embora.

Hoje ainda, já em casa, escrevendo no blog, achei um absurdo que a Globo ainda faça especiais Roberto Carlos.

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